Para Ingmar Bergman

Tiago Duarte Dias

O sueco é um idioma caudaloso 
Formado por sons curtos e ásperos 
Junto de vocais longas e dispersas 

Sem ser ou estar, no sueco tudo é subentendido 
Entrelinhas e entretanto, nele
(no idioma e na Alma) 
Nada se conclui e/ou se sabe
Exceto casas ocre e a nostalgia da imaginação 

O sueco é, 
simplesmente, 
um arquipélago de onomatopeias que evitam o silêncio 
como o Diabo foge da redenção

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Entrevista de emprego

“[…] deu por si flutuando no mar depois de ter mergulhado nas águas escuras da morte. Renasceu”.

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“A aventura é anciã”, três poemas de Marina Alexiou.

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